domingo, 8 de janeiro de 2017

FRASE BONITA - TERNA

                              
             Um casal, quando solteiro, namorou durante meses -amor verdadeiro, tórrido - porém, durante um baile no quartel dos bombeiros, Bombeiros Voluntários de Soure, ele terminou o namoro. A vila de Soure está integrada ao distrito de Coimbra, em Portugal. No dia imediato, ela queria expor-lhe algo acontecido no baile. De teimoso, não quis.  Passados meses, ela casou-se com o rapaz que sempre gostou dela. Ele, natural da dita terra, solteiro, emigrou para o Brasil. Passados sete anos de estadia no grandioso e belo país, e casado, foi de avião a Portugal e, em Lisboa, esteve dois dias com familiares. Na mala de viagem, estava também uma carta escrita por ele, para entregar em mãos à primeira namorada. Já na terrinha, foi a um café, estabelecimento muito concorrido, e lá, também presente, a dita namorada.  Com satisfação de parte e a parte, cumprimentaram-se.  Quando ela ia sair, disfarçadamente entregou-lhe a carta e ao momento, ela disse-lhe para telefonar para a residência, porém, após saber que o marido estava no seu emprego. Dia seguinte, o telefone toca, e de imediato ela atende. A conversação foi longa, prazerosa.  Ao término, disse-lhe a seguinte frase tão bonita e terna: “Se morrer primeiro, lá estou à espera do primeiro namorado que tive, e tanto gostei dele. Não demora Zé!”
                                   
Niterói, 08/01/2017

José Pais de Moura ( Zé ) 

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